quinta-feira, 31 de maio de 2012

Brasil intermodal

O nosso país em algum momento abandonou o planejamento  logístico, isto faz décadas... vivênciamos um rodoviarismo crônico que comparado com países menores territorialmente é um pigmeu, este  leva o país nas costas, apesar dos grandes custos.
Transporte é desenvolvimento em qualquer lugar do mundo, avião, navio, trem, duto, caminhão.
O Brasil continental , precário logísticamente e com agências governamentais desarticuladas e politicamente infladas, não tem uma visão de "corredor logístico". mesmo assim avançamos por pressão da demanda sem planejar, e o custo Brasil deságua nas vitrines com produtos caros, não por culpa dos logistas, mas sim por responsabilidade daqueles que deveriam planejar o Brasil.

Claudio

sábado, 19 de novembro de 2011

Logística na organização pública/Prisional

Ações e práticas operacionais, muitas vezes o ambiente interno é avesso a mudanças, o entrave operacional esta justamente na falta de visão sistêmica dos colaboradores, na falta de capacitação para gerênciar. Planejamento, administração e controle, dai pergundo quem planeja, quem administra e que contrala? O dia a dia da organização é pautado por quem? pela imprensa? ai fica dificil ... A logística abrange sistemas de atendimento a clientes,e quem são nossos clientes? Estamos cientes que temos clientes? e sim, quem é esta clientela? ela é mais abrangente dos que estão sob nossa responsabilidadade. Somos executores administrativos das penas de reclusão e a missão da logística é ser facilitador de processos, sejam eles de complexidade baixa ou alta, linear ou não

. O setor público é um desafio para o profissional que atua na área de logística, redefinir processos e planejar novas estruturas e fluxos de informações. Aonde estivermos atuando dentro da esfera pública, teremos um papel fundamental para o atingimento dos objetivos da organização.

sábado, 3 de setembro de 2011

MARKETING


Quando vejo estratégias de consolidação de produtos e serviços ser deflagradas em diversos cenários econômicos, penso que marketing é sempre bom, independente da situação: se está boa melhora, se esta ruim ajuda a sair da crise, então, creio que marketing é o relacionamento entre agentes econômicos que estão configurados entre estado, empresas e famílias e o resto do mundo. O marketing deve estar interiorizado na empresa, em cada colaborador independente do tamanho, parece idealismo, mas cada um precisa saber onde está e aonde quer chegar.
Falo como Tecnólogo em logística, e tenho como parâmetro canais de distribuição e sua otimização para que a transferência de posse de um produto se dê pelo menor custo ao cliente e maior ganho a cadeia produtiva, isto é uma engenharia complexa, que pretende aperfeiçoar relações de intercâmbio de tecnologias dentro do suply chain.
Mas dentro da visão acadêmica, busco respostas para o trad-off das relações intra-operacionais e econômicas da cadeia produtiva: Quem vai pagar a conta dos inúmeros processos de enxugamento de custos, que na lógica do sistema sempre é empurrado para o elo seguinte da cadeia? O consumidor. Sempre ele, (nós), caberia ao markenting solucionar este ganha-perde de todo processo produtivo? Ou seria idealismo imaginar um sistema produtivo e de consumo em que todos ganhem sem perdas? Penso no marketing como minimizador de diferenças entre setor produtivo e o cliente, através dos seus canais de distribuição na busca incessante de tornar imperceptíveis custos operacionais agregados ao produto exposto na prateleira, para isso usa de inúmeros artifícios inerentes a ciência mercadológica. A logística como ferramenta do markentig cabe a tarefa de agregar valor máximo ao produto em todo o seu ciclo de vida para que seja lucrativo e acima de tudo rentável e remunere de forma adequada toda cadeia produtiva para que esta perenize suas atividades. Então poderemos pensar no marketing como um facilitador?

claudio zamora- Tecnologo em logistica

Armazenagem


Armazenagem e movimentação de materiais são estratégicas para obtenção de resultados, as tecnologias estão revolucionando todo supply shain, possibilitando ao administrador visualizar e aperfeiçoar cada elo da cadeia. A mão-de-obra também vem sofrendo o impacto destas tecnologias, devendo estar constantemente atualizada para que a vantagem tecnológica não se perca e possa significar um investimento com retorno garantido, e acima de tudo agregar valor que será percebido pelo cliente como vantagem de ter o produto no local e hora desejada.
A armazenagem é um dos pilares da operação logística e inclui atividades destinadas à guarda temporária, distribuição e determinação do número de depósitos, e vem ao longo dos anos sofrendo modificações com a introdução de novas tecnologias, que conferem agilidade e automação no fluxo de mercadorias ao longo do supply shain.
As mudanças no comportamento do consumidor alavancam o surgimento de novos canais de distribuição e uma nova dinâmica administração dos armazéns.
Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância das novas ferramentas disponíveis para a armazenagem e a movimentação de materiais, agregando valor ao produto e conseqüentemente atendendo as expectativas do cliente ao longo de toda cadeia produtiva.
Segundo MIRA, (2005 p.64), “As técnicas e práticas da armazenagem vêm passando por grandes mudanças nos últimos anos. Novos conceitos têm sido empregados para conferir maior agilidade ao longo do supply shain”.
As empresas necessitam armazenar produtos, seja matéria prima, produtos em processo ou produtos acabados, até serem vendidos, gerando neste processo, custos inerentes que devem ser minimizados com a aplicação de novas tecnologias e novos conceitos de armazenagem. Segundo XAVIER, (2009 p.29), “Novos tecnologias podem promover grandes avanços na comunicação interna e externa, fazendo com que a informação certa esteja disponível para a pessoa certa no momento certo”.
A tecnologia da informação é um recurso essencial na gestão da armazenagem e coordenação das atividades dentro de um armazém com seus inúmeros softwares e hardwares, possibilitam ao gestor uma enorme gama de possibilidades e combinações para maximizar o espaço físico e o fluxo de materiais e informações, podendo ter controle em tempo real de inúmeras variáveis relativas ao processo.
A logística interna dos armazéns ou movimentação compreende um conjunto de atividades de gerenciamento de fluxos de informação e materiais, utilizando ferramentas tecnológicas e mão de obrar treinada para atividades de movimentação, assim como equipamentos adequados ao layout do armazém e as atividades básicas, ou seja, recebimento, estocagem, movimentação interna, reposição, separação, embalagem, carregamento.
O impacto causado pela tecnologia da informação no gerenciamento dos armazéns pode ser exemplificado pelo WMS, sistema de gerenciamento de armazéns, segundo BENZATO (1998 p. 44), “[...] WMS como a integração de software, hardware e equipamentos periféricos para gerenciar estoque, espaço, equipamentos e mão-de-obra em armazéns e centros de distribuição”, esta ferramenta permite uma visão em tempo real das movimentações e informações administrativas, assegurando maior acuracidade das decisões.
O sistema de armazenagem na atualidade existem para flexibilizar, agilizar, facilitar o fluxo de materiais para que chegue ao cliente dentro dos prazos, custos e qualidades competitivos, para isto o administrador conta com inúmeras ferramentas tecnológicas, (hardware e software), contando ainda com uma mão-de-obra em constante treinamento para absorver as novas demandas tecnológicas e aplicá-las de forma eficiente e obter resultados que agreguem valor ao produto e ao cliente ao longo de toda cadeia.

Relatório descritivo do sistema produtivo.


Este relatório discritivo aborda uma análise do sistema produtivo de uma panificadora, seu layout, processos de armazenagem, estoques em processo, distribuição, e tem como objetivos propor melhorias eventuais que busquem a maximização do espaço físico, e melhoria no ambiente de trabalho através da implantação do 5S. O nome da empresa e localização foi mantido em sigilo devido à ética profissional e as sugestões propostas ficaram a critério da diretoria da empresa adotar ou não conforme o relatório operacional e citações incluídas no texto têm o objetivo de configurar o caráter científico das soluções propostas.
Um sistema de produção mais eficiente, habilitado a atender as demandas de um mercado consumidor em crescente desenvolvimento deve ser a preocupação de todos os gestores, Mas quando saímos da teoria e observamos na prática das empresas conseguimos visualizar o quanto esta realidade esta distante do ideal preconizado pelas teorias.
A produção enxuta tem como meta a perfeição, buscando custos continuamente menores, qualidade crescente, tendendo a zero defeito e eliminando o excesso de inventários. Segundo MOURA (2002), “[...] a eliminação da perda é fundamental. Enxuto inclui muitas técnicas, as quais se tornaram familiares no ocidente como Just-in-time (JIT), Kaizen e Kanban”.
Verifiquei na prática inúmeras discrepâncias, no que diz respeito ao ideal preconizado pela produção enxuta, máquinas desatualizadas, estoques em processo sem controle (kanban), mão de obra com pouco cuidado higiênico, sem sistemas de proteção e prevenção de acidentes, (pokaioque) e excesso de inventários.
Segundo SOUZA et al. (2009 p. 11), “Entende-se por arranjo físico, um modo de aperfeiçoar os processo de organização , tendo em vista que o mesmo , se bem definido pode causar um impacto sobre as atitudes e satisfação dos clientes”.O arranjo físico das instalações e maquinário da fabrica podem ser reorganizados visando eliminar atividades que não agreguem valor e possibilitando que trabalhadores e equipamentos atuem de maneira mais eficaz sem que um atrapalhe o outro. Um arranjo físico bem projetado gera desempenho competitivo para empresa, neste caso identificou-se que a empresa adota um misto de layouts por processos e produto.
Os insumos para fabricação dos pães são adquiridos de inúmeros fornecedores, conforme entrevista com encarregado da produção, esta estratégia visa assegurar o fornecimento e atuar como uma ferramenta de negociação buscando a competição para melhoria de preços e prazos de pagamentos dos referidos insumos.
A armazenagem dos insumos segue o modelo PEPS, devido à perecibilidade do produto e o ciclo produtivo ininterrupto. Nota-se que a armazenagem não conta com nenhum sistema integrado a produção, o fluxo do material necessário é suprido à medida que a produção avança e o insumo em processo e reduzido, sendo percebido que o abastecimento é feito visualmente, sem utilização de software de apoio.
Segundo CADORE E GREUEL (2006 p. 51), Processo, em uma das definições do Dicionário de Administração, “é o conjunto de atividades realizadas numa seqüência lógica e que gera um resultado que tem valor para os clientes” (LACOMBE, 2004, P 254). A produção em questão é em lotes padronizados, cada lote é específico e os estoques em processo ficam a disposição no chão da fabrica sobre palets.
A distribuição é feita com frota própria e também com veículos terceirizados, para rede de varejo, distribuída na região metropolitana.
Os processos de panificação não diferem muito entre si, é um processo simples de fácil condução, deste que os operadores conheçam todos os fatores que determinem o sucesso da operação como: equipamentos adequados e uso de matérias-primas apropriadas, aplicação correta do processo de fabricação. Como todo processo produtivo há uma lacuna entre o real e o ideal, pode-se constatar pontos fortes e fracos na administração e logística de produção, as melhorias sugeridas com base nos estudos acadêmicos poderão ser analisadas e implementadas pela indústria, para obter um ganho maior na produtividade e aumentar a lucratividade

Claudio Renato Zamora Costa- Tecnologo em logística.

Escolha e implementação da estrátégia organizacional

As organizações modernas mobilizam recursos para poder atigir objetivos e utilizam um plano estruturado e organizado pela alta administração para este fim. A implementação da estratégia constitue uma ferramenta administrativa que possibilita coordenar interações com fatores ambientais internos e externos, definindo através de objetivos organizacionais e globais o que pretende alcançar a longo prazo. Através da análise do meio ambiente a organização visa estabelecer um conjunto de previsões, em complementação a organização lança mão da análise interna das forças e limitações ou seja, análise dos pontos fortes que serão forças propulsoras e pontos fracos que são as limitações . A escolha da estratégia é em sintese a escolha das ações futuras que podem ser adotadas pela empresa, visando objetivos globais.
Já a implementação da estratégia é uma abordagem mais detalhada envolvendo hierárquias diferentes e diferentes perspectivas de tempo.
Assim a estratégia e sua implementação deverá ser alinhada ao ambiente da empresa e identificar-se com os encarregados de sua formulação e ajustada ao negócio e modelo de gestão.
Quando me refiro aos objetivos da extratégia sempre foco nos pretendidos pela logística e seus operadores ou seja, redução de custos, redução de capital e melhoria dos serviços oferecidos sempre claro avaliando o trade-off inerentes as decisões.

Claudio Renato Zamora Costa- Tecnólogo em logística.

DÍVIDA PÚBLICA E O CONSUMIDOR

O papel que o estado executa na economia tem inegável importância na promoção do desenvolvimento, seja executando obras públicas ou criando empresas públicas. Para atingir este objetivo busca financiamento através da poupança (reservas), ou através de empréstimos, (déficit público). Ao apresentar déficit, torna-se necessário captar recursos externos para saná-los, e esses recursos são atraídos através de uma atrativa taxa de juros. Este artigo tem por objetivo dar um entendimento mais claro de como o endividamento público interfere na vida do cidadão e nas suas decisões de consumo e na sua renda, chegando à conclusão de que assunto de tamanha importância deve ser introduzido na educação deste os primeiros anos de jornada escolar.

Diariamente o cidadão entra em contato com as informações econômicas do país, através de inúmeras mídias, e percebe termos técnicos aplicados que o afastam do entendimento mais detalhado do ambiente econômico que está inserido.
Segundo ANDRADE, (2006); “Cabe ao estado promover a infra-estrutura e satisfazer as necessidad es básicas da população [...]”, é nesta responsabilidade estatal que é gerado o individamento público e os necessários mecanismos para saná-los.
Neste estudo apresenta-se o endividamento público e os mecanismos de financiamento do déficit e o impacto na vida do consumidor.
Os governos dos países para cumprir suas tarefas básicas nas áreas de saúde, transporte,educação, moradia e infra-estrutura, precisam se or ganizar através de estados e municípios, cada
qual com suas atribuições constitucionais.

Estes então criam estruturas administrativas para gerenciar as demandas sociais, que por sua vez ger am custos para o que costumamos chamar de máquina pública.
Os recursos para fazer frente a estes custos têm que ser financiados pela sociedade em geral, através principalmente d e impostos.
O estado também é um indutor de desenvolvimento, através de obras públicas movimenta uma crescente cadeia produtiva que gera renda para a sociedade, através dos salários, e também geram despesas para o próprio estado através dos contratos de fornecimento.
Como vimos o estado como indutor do desenvolvimento cria demandas sociais e produtivas que geram custos e se não forem bem equalizadas podem causar um desequilíbrio entre receita e
despesa.

A dívida pública é contraída pelo governo com entidades e pessoas da sociedade para financiar seus gastos, sejam estes originados par a manter a própria estrutura do estado ou pagar os
custos do estado empreendedor, segundo Kopelke,(2008,p ), “Principalmente nos países subdesenvolvidos, onde o estado assumiu boa parte da responsabilidade no processo de ndustrialização da economia, [...].”
Como empreendedor seus gastos aumentam e supera a arrecadação criando um déficit público, despesas maiores que as receitas, que deverão ser financiados pela sociedade como um todo.

O governo tem basicamente duas maneiras de reduzir o déficit público, através da emissão de moeda, gerar uma receita artificial e cobrir suas despesas, ou emitir títulos públicos para buscar
capital emprestado de ou tros agentes econômicos, remunerando estes no vencimento com uma taxa de juros competitiva.
Mas estas duas altern ativas têm seus reflexos e atingem um agente econômico mais frágil,que são as famílias.
Emitindo moeda cria-se um imposto inflacionário pela diminuição do poder de compra do dinheiro em poder das famílias, ou seja, penaliza-se a população para que o estado não se endivide mais ainda.

Claudio Renato Zamora Costa- tecnologo em logística